França proíbe protestos em algumas áreas de Paris
Netanyahu também falou, no início da semana, sobre uma "invasão do islamismo extremista" no país. Ele também está em campanha. Em 27 de outubro, os israelenses irão às urnas em uma eleição que poderá retirar Netanyahu do poder ou consolidar seu domínio sobre o país pelos próximos anos.
"Há pessoas que fazem campanha às custas da França, líderes que estão em modo eleitoral, seja aqui na região ou do outro lado do Atlântico", disse Macron. Questionado se seus comentários se referiam a Trump, o presidente francês respondeu: "Entre outros".
Ele também afirmou que informações sobre a crise foram manipuladas com "imagens geradas por inteligência artificial retratando cenas que nunca aconteceram". Segundo Macron, isso provocou comentários "tão inaceitáveis quanto estúpidos, vindos de muitos, inclusive líderes estrangeiros".
"Tivemos pessoas afirmando que fomos invadidos por hordas de migrantes e islamistas, o que é completamente falso", disse Macron.
Le Pen responsabiliza Macron
Mais tarde, na quarta-feira, a rival de extrema direita de Macron, Marine Le Pen, classificou sua versão dos fatos como "conspiratória". "As imagens que vimos no último sábado não foram geradas por inteligência artificial: elas mostram a triste realidade em que a França se transformou após dez anos de governo macronista", afirmou Le Pen.
KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.