PunchSoldiers kill two kidnappers in Kogi forest, recover armsThe Jerusalem PostUS Democratic tsunami: Three major challenges facing Israel after Republican defeat - analysisInquirerBehind the robes: Getting to know the Chief Justice contendersInquirer EntertainmentAte Gay’s wake open to public; burial set for Nov. 10ZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioDaily MaverickUS MIDTERMS: Democrats capture Congress in sweeping setback for TrumpObservador DesportoDominado incêndio de Fornos de AlgodresRTP DesportoFC Porto recebe Nápoles na quarta jornada da Liga dos CampeõesWirtualna Polska"Zainteresowanie Trumpa wyparuje". Parafianowicz o bazie USA w PolsceBillboardRobbie Williams Brings the Feels for Melbourne Cup Headline PerformanceAnadolu AjansıHafif zırhlı araç YETİŞEN, ilk kez Türkiye'de kullanıma girdiynetראש ארגון פשע נעצר על ידי בלשי ימ"ר ירושלים
The Daily Newsstand · Free, Always
Wednesday, November 4, 2026

Em derrota para Trump, 'onda azul' surpreende nas eleições dos EUA

Translate

Depois de meses de pesquisas que apontavam um cenário desfavorável ao presidente Donald Trump, os americanos foram às urnas nesta terça-feira (3) para renovar o Congresso dos Estados Unidos e definir o equilíbrio de forças em Washington nos dois últimos anos do segundo mandato do republicano.

As pesquisas apontavam para uma Câmara dos Representantes quase garantida para os democratas —feito confirmado pela projeção da CNN ainda na noite desta terça-feira. As pesquisas para o Senado também apontavam tendência de conquista da oposição, mas com disputas mais acirradas.

O resultado surpreendeu até os democratas mais otimistas. Até 0h desta quarta-feira (4), no horário de Brasília, a oposição a Trump garantia 45 cadeiras do Senado, entre elas a da Carolina do Norte, uma virada já esperada em comparação com 2024, e Carolina do Sul, uma grande supresa.

O estado, que não elege um democrata para o Senado desde 1998, teve uma eleição mais competitiva do que o esperado entre a democrata Annie Andrews e a republicana Darline Graham. Na véspera da votação, o Cook Political Report classificava a disputa como favorável aos republicanos, mas não como uma vitória garantida, em um sinal de que a oposição ganhava espaço mesmo em territórios tradicionalmente conservadores.

A expectativa de uma onda democrata marcou a reta final da campanha. A oposição buscava transformar a insatisfação com o custo de vida, a economia e as políticas do presidente em uma vitória eleitoral capaz de reduzir o poder de Trump no Legislativo.

A Flórida, que se consolidou como um dos principais redutos republicanos dos Estados Unidos, também chamou a atenção durante a apuração. Trump venceu no estado por mais de 13 pontos percentuais em 2024, e os republicanos ocupavam 20 das 28 cadeiras da Flórida na Câmara dos Representantes antes das eleições.

Em maio deste ano, o governador republicano Ron DeSantis sancionou um novo mapa eleitoral que ampliou de 20 para 24 o número de distritos vencidos por Trump na eleição presidencial de 2024, em uma tentativa de favorecer seu partido na disputa pelo Congresso.

Apesar da mudança, a democrata Kathy Castor conseguiu se reeleger no 14º distrito, na região de Tampa, que havia sido redesenhado para favorecer os republicanos. O novo mapa transformou uma cadeira antes considerada segura para os democratas em uma disputa competitiva, em um território onde Trump teria recebido 54% dos votos em 2024.

Os republicanos venciam a maioria da bancada do estado na Câmara e venceram a disputa pelo Senado, mas por margens apertadas em algumas das disputas, em contraste com a vitória de Trump por mais de dois dígitos no estado em 2024.

As eleições de meio de mandato, conhecidas como midterms, costumam ser desfavoráveis ao partido que ocupa a Casa Branca.

Embora não estivesse na cédula, Trump transformou a disputa em um teste de sua popularidade, pedindo durante comícios que os eleitores votassem como se seu nome estivesse nas urnas. O apelo ocorreu em meio à queda de sua aprovação e às tentativas de alguns candidatos republicanos de se distanciar do presidente.

Com a vitória democrata mais clara, o presidente fez comentários em sua rede social. "Se eu estivesse [nas cédulas de votação], nós teríamos ganhado de lavada!", escreveu.

Os americanos votaram para renovar as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes e 35 das 100 vagas do Senado, ambas controladas pelos republicanos antes da eleição. Os democratas precisavam conquistar três cadeiras adicionais para retomar a Câmara e quatro para obter a maioria no Senado.

Uma vitória democrata na Câmara deve abrir caminho para investigações sobre o governo e ampliaria a fiscalização da Casa Branca. Mesmo com o controle das duas Casas, porém, a oposição enfrentaria o poder de veto de Trump, que só pode ser derrubado por dois terços dos votos em cada uma delas.

O resultado também servirá de termômetro para a eleição presidencial de 2028. Além do Congresso, os americanos escolheram governadores em 36 estados. Até o início da madrugada, os democratas haviam vencido 15 dessas disputas, e os republicanos, dez.

View the original on UOL →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.