Macron admite 'falhas' e pede ação dura contra 'vândalos'
O presidente da França, Emmanuel Macron, reconheceu nesta segunda-feira (19) "falhas" na resposta aos distúrbios registrados durante os protestos contra o custo de vida, mas rejeitou o pedido de demissão de seu ministro do Interior e pediu uma ação dura contra os "vândalos".
A seis meses da eleição presidencial, na qual não poderá ser candidato, o caos registrado no fim de semana nas grandes cidades deixou o governo contra a parede, acusado de não ter antecipado o risco de distúrbios.
Centenas de lojas saqueadas, a prefeitura de Limoges incendiada e a de Marselha danificada, carros queimados, confrontos entre manifestantes e as forças de segurança: as autoridades descreveram um caos "sem precedentes".
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