PunchLagos-bound passenger dies on board Kenya Airways flight from NairobiThe Jerusalem PostIsrael may have violated US visa waiver terms through failure to conduct air crew background checksBollywood HungamaIncome Tax searches at Ramayana producer Prime Focus’ Mumbai offices; shares FALL 8%InquirerBernardo says he never questioned millions received from Zaldy CoComplete SportsExclusive – NLO: Proprietor To Disband A&A Kiviasennus FC After Match Fixing AllegationDaily MaverickCALL TO ACTION OP-ED: World leaders shift from angst to determination in vow to tackle AI threatZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFRTL BoulevardRente op studieschuld stijgt in 2027: deel oud-studenten betaalt bijna 1 procentpunt meerIl Sole 24 OreBonus genitori separati, partono le domandeسكاي نيوز عربيةإسلام آباد تدين استخدام نيودلهي "سلاح المياه"MyJoyOnlineKGL U17 Colts 2026: Prempeh Elite Academy lead Group A as Western Region secures top spot in Group Bایران اینترنشنالیاشار سلطانی: مجتبی ذوالنوری، نماینده قم در مجلس، در حفاری غیرمجاز برای یافتن گنج دست دارد
The Daily Newsstand · Free, Always
Wednesday, October 7, 2026

Por que Lula avançou entre mais ricos e mais pobres? Pedro Doria explica

Translate

O desempenho de Lula no primeiro turno das eleições revelou um padrão incomum: o petista avançou nos dois extremos da pirâmide de renda do Brasil, obtendo bons resultados tanto entre os eleitores mais ricos quanto entre os mais pobres, da classe E. Contudo, o principal desafio dele está na Classe C.

De acordo com Pedro Doria, diretor de jornalismo do Canal Meio, existe um confronto de culturas que explica a resistência desse segmento.

"Fundamentalmente, para as pessoas de classe C, existe um confronto de culturas. A esquerda brasileira acredita num modelo de Estado de empresas grandes, essencialmente, com centenas de milhares de funcionários", afirmou Doria em entrevista à CNN nesta terça-feira (6).

Doria também destacou que medidas como a taxação sobre produtos importados de baixo custo foram percebidas negativamente por esse público.

"A taxa das blusinhas foi um soco no fígado dessa classe média ascendente, porque a compra de produtos chineses representa tanto o símbolo de status como produtos para revenda de pequenos negócios", explicou.

O jornalista reforçou que diversas políticas do governo Lula foram percebidas como "contra" esse público.

Apesar das críticas, Doria fez uma ressalva importante: a classe C, especialmente as mulheres, é extremamente dependente de serviços públicos como hospitais e escolas.

"É nessa hora que eles olham para o bolsonarismo e falam: 'esses caras não vão me ajudar'. É por isso que esse público acaba pendular", disse.

O desafio de reconquistar votos

O analista de política Pedro Venceslau destacou que reconectar-se com o eleitorado da classe C é o principal desafio de Lula nesta campanha. "Se reconectar com o eleitorado que votou nele lá atrás, chegou à classe C, mas agora tenta se manter na classe C", afirmou.

Segundo ele, a classe C hoje tem ambições como morar em um bairro melhor, fazer viagens e pagar dívidas.

O analista apontou ainda que a margem de manobra é pequena diante da polarização do eleitorado.

"Já virou um clichê falar em calcificação, mas é isso que a gente tem: uma porcentagem mínima de votos decidindo uma eleição, os eleitores de um lado rejeitando do outro e isso se retroalimentando", disse Venceslau.

Segundo ele, a aposta do governo está nos programas sociais, na transferência de renda e em pautas como o fim da escala 6x1, para tentar recuperar os cerca de 2 milhões de votos de diferença.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

View the original on CNN Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.