PunchTwin medical sisters die in YobeESPN DeportesKoundé explica sus suplencias en Barcelona: "No estoy lesionado"RTP DesportoQuatro jogos, quatro vitórias. Seleção portuguesa em nova eraESPNPetco Park, Yankee Stadium or the Trop? Ranking home-field advantage for all 8 remaining playoff teamsThe Jerusalem PostAfter meeting in Turkey, can Syria's new government manage tensions with Hezbollah? - analysisDaily MaverickSOCIAL (IN)SECURITY: A Cape Town mother buys bread on credit to stretch her children’s grants, then spends payday settling the debtInquirerDuterte trial: Sison rejects prosecution’s ‘delatory’ tag on defenseZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioVanguardNAF launches rescue operation after aircraft crash in OndoCapital FMAfrican ICT regulators told to unite against cross-border digital threats
The Daily Newsstand · Free, Always
Monday, October 5, 2026

As notícias das 13h

Translate

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Da uma. Está a começar o Jornal da Uma, com a edição do Miguel Cordeiro. Miguel, em destaque o discurso de António José Seguro nas celebrações do 5 de Outubro. O Presidente da República saúda o entendimento entre o governo e o Partido Socialista para aprovar o orçamento do Estado e deixa apelos a mais entendimentos.

Sendo que nesta altura, a proposta do orçamento do Estado ainda não é conhecida, vai ser entregue até o final desta semana. Mas o PS já deu praticamente a garantia de que vai viabilizar esse orçamento com a abstenção na votação, nas generalidades. O primeiro discurso de António José Seguro, como chefe de Estado no dia da implantação da República, destacou essa aproximação entre governo e PS. Vasco Maldonado Correia, António José Seguro pediu mais exemplos de políticas pensadas a longo prazo.

No 5 de Outubro, como em todo o mandato, António José Seguro deixa o apelo ao entendimento interpartidário.

Precisamos de soluções duradouras e de capacidade política para aplicá-las. Portugal precisa de uma nova cultura política com base em entendimentos e compromissos interpartidários, focada na resolução concreta dos problemas das pessoas e numa visão estratégica para Portugal.

E volta a manifestar vontade em ver uma política que pense a longo prazo.

Agir sobre o curto prazo com uma ideia de futuro para Portugal obriga a políticas públicas que se apliquem em várias legislaturas. Não podemos estar sempre a voltar ao início só porque se mudou uma legislatura.

Com o Primeiro-Ministro na plateia, fica também a lembrança que sem diálogo nada se faz.

Num regime democrático, ninguém abdica das suas diferenças, mas a democracia também não pode transformar as diferenças em impossibilidades de entendimento, nomeadamente quando os governos não dispõem de apoio parlamentar maioritário.

Com a viabilização do orçamento do Estado praticamente garantida, Seguro deixa um elogio direto a duas das três maiores forças políticas.

Saúdo o governo e o Partido Socialista pelo caminho de aproximação que têm vindo a fazer, tendo em vista a aprovação do orçamento do Estado para o próximo ano. Oxalá outros partidos possam juntar-se a este caminho de compromisso e de convergência, nestes e noutros processos legislativos.

O Presidente da República entende que os eleitores sabem distinguir entre populistas e quem procura o bem do país.

E até mesmo aqueles que, porventura, só agem em função de incentivos eleitorais, digo-vos com muita convicção, que acredito que os portugueses apreciam e recompensam os partidos e os atores políticos que acordam em soluções para melhorar a vida concreta das pessoas.

Com a mensagem de que os portugueses precisam de razões para continuar a confiar nas instituições, o chefe de Estado pede também soluções para a crise vivida em todo o planeta.

A crise energética, razão fundamental de muitos destes problemas, não pode ser enfrentada apenas com respostas nacionais. Não se resolve país a país. Exige uma resposta europeia coordenada que proteja as pessoas, a economia e reduza estruturalmente a dependência externa de energia.

Há muito a fazer e é preciso vontade para avançar. Mensagens de António José Seguro no primeiro discurso enquanto chefe de Estado, no dia em que se celebra a implantação da República em Portugal.

Vasco Maldonado Correia, as cerimónias do 5 de Outubro, esse discurso do Presidente da República na Praça do Município, primeira vez que António José Seguro discursou nestas cerimónias enquanto presidente da República. A proposta do governo de Orçamento do Estado vai chegar à Assembleia da República esta semana, pela mão do ministro das Finanças.

E na reação ao discurso do Presidente da República, José Luís Carneiro afirma que o PS não quer lançar o país para uma crise política e que o valor da estabilidade, enaltecido pelo presidente, tem de corresponder a soluções concretas.

E, nesse sentido, o líder do PS está insatisfeito com a solução concreta encontrada para o regime de arrendamento urbano, o entendimento entre PSD e Chega, e pede ao governo para deixar cair esse acordo.

Em momento algum pensamos poder lançar o país numa crise política, porque uma crise política no atual quadro internacional seria irresponsável. Mas a estabilidade, como disse o senhor presidente da República, tem de servir para responder às necessidades das pessoas. E é por isso que eu aproveito também esta oportunidade para fazer uma exigência ao governo: que deixe cair o acordo que tem com o Chega em relação à lei das rendas. A lei das rendas é de uma grande indignidade, porque lança na insegurança os mais idosos, lança na insegurança os mais jovens e põe em risco a sua dignidade futura.

Pelo Chega falou Rui Paulo Sousa, deputado do Chega, que quis deixar uma dura crítica ao discurso de António José Seguro, porque considera, o deputado do Chega, que o presidente quis mandar recados.

O senhor presidente da República, mais uma vez, começou por falar numa união dos partidos, mas acabou a mandar recados no fundo ao Chega e novamente a pedir a união dos dois partidos do centro, que, aliás, já assumiram para o orçamento e que aparentemente já está aprovado. Esperávamos que, pelo menos por uma vez, quando falassem numa união dos partidos, falassem da união dos três principais partidos e não falassem no fundo sempre os dois do costume, porque esse é que é o problema sempre habitual. No fundo, somos sempre afastados quando é a altura da decisão.

Pelo PSD falou Alexandre Poço, que perante esses pedidos de António José Seguro de mais diálogo, Alexandre Poço diz que o PSD Já está a fazer esse trabalho.

Tivemos o Partido Socialista a anunciar que irá abster-se na discussão e votação do Orçamento de Estado para o próximo ano. E, por outro lado, por exemplo, numa matéria setorial muito importante no arrendamento, foi possível, com o partido Chega, chegar a um entendimento para a viabilização.

O PS pede que o PSD acabe com esse acordo com o Chega por causa da lei do arrendamento. É uma possibilidade ou não?

Nós continuaremos a negociar com os partidos que em cada momento estão disponíveis para aprovar, discutir, melhorar aquelas que são as propostas do governo.

As reações políticas ao discurso de António José Seguro no 5 de Outubro.

E o líder da oposição em Espanha saúda o anúncio de eleições antecipadas já para o próximo mês. Alberto Núñez Feijóo diz que estas eleições serão diferentes. Desta vez não irão opor PP a PSOE, mas sim Espanha a Pedro Sánchez.

Reações que surgiram ao longo desta manhã. Foi bem cedo, eram 8h da manhã em Portugal, quando Pedro Sánchez fez uma comunicação ao país, em Espanha, em que anunciou eleições para 29 de novembro. Isso foi comunicado esta manhã. As reações surgiram nas horas seguintes, Carlos Pedro. Reações dos restantes partidos que dão a entender que pode estar a acontecer uma mudança de corda no Executivo espanhol e é isso que apontam também as sondagens. Mas comecemos pelo que dizem os partidos.

Exatamente. Alberto Núñez Feijóo, líder do PP, tentou passar na conferência de imprensa marcada pouco tempo depois do anúncio de Pedro Sánchez, uma ideia de que pode estar, de fato, a acontecer uma mudança de rumo no Executivo espanhol. Não respondeu a perguntas, mas garantiu estar ciente da magnitude do trabalho que terá pela frente. "Não hesitarei", diz o líder do PP, num discurso com ares de comício eleitoral, é o que escreve o jornal espanhol "El País". Já Juan Manuel Moreno, o líder do PP Andaluzia, defende que Pedro Sánchez está encurralado e por isso vai a eleições. Mais duro nas palavras foi o líder do AVOX, Santiago Abascal, que diz que Pedro Sánchez será o candidato marroquino nas eleições antecipadas de Espanha. Aqui numa referência à crise migratória de Ceuta, que afetou também o governo espanhol antes da saída à rua de milhares de manifestantes em protesto contra a crise na habitação. Em entrevista a uma rádio espanhola, o líder da extrema-direita diz que esta não é uma eleição qualquer. A habitação, como dizia, é o principal tema político em Espanha. Sobre esse mesmo tema, o líder do Vox salienta ainda que o preço das casas subiu desde que Sánchez tomou posse. Também o Junts abordou o mesmo tópico para dizer que Pedro Sánchez está a utilizar a crise da habitação como uma desculpa eleitoral. É uma acusação feita pela deputada Judit Toronjo. Mais à esquerda, destaque para Irene Montero, líder do Podemos, que abre a porta a eleições primárias abertas dentro do próprio partido. Diz querer uma candidatura que represente uma maioria social que quer paz, casa e emprego.

As reações ao anúncio das eleições antecipadas em Espanha, as sondagens que têm sido noticiadas nas últimas semanas apontam para uma mudança de ciclo em Espanha e para uma possibilidade de um governo do PP com apoio do Vox. Esses são os dados das sondagens mais recentes.

E no Brasil, Flávio Bolsonaro e Lula da Silva vão à segunda volta das eleições gerais. A votação de ontem deu a vitória ao candidato do Partido Liberal, mas sem maioria absoluta.

E esta manhã, na Rádio Observador, fizemos a análise desses resultados com eurodeputados e deputados portugueses. Ora, pelo PSD escutámos Hélder Sousa e Silva. É eurodeputado pelo PSD, representa também o grupo de ligação do Parlamento Europeu à República Federativa do Brasil e deixou nota de que nas viagens recentes, que fez precisamente ao território brasileiro, sentiu essa vontade de mudança.

Quer masculinos, quer femininos, porque normalmente o voto também depende um pouco do gênero, mesmo os petistas me disseram que estavam muito receosos relativamente ao resultado que viria a acontecer em 4 de outubro, porque aquilo que é o desgaste geral do governo e a polarização que se criou no Brasil, levava a que o resultado do Lula não pudesse não ser aquele que os petistas e o próprio Lula desejava. E isso veio a acontecer exatamente ontem. Contra todas as sondagens.

Pelo PS, João Torres deixou alguns receios sobre aquilo que pode ser a aceitação dos resultados por parte dos candidatos na segunda volta.

Se Lula da Silva perder as eleições na segunda volta, eu estou absolutamente certo de que Lula da Silva respeitará os resultados eleitorais. Aliás, ontem na sua intervenção, ele começa justamente por dizer que os brasileiros deram uma lição de democracia ao país ontem. Se Flávio Bolsonaro não vencer as eleições na segunda volta, eu não estou certo de que ele respeitará e aceitará os resultados.

João Torres e Hélder Sousa e Silva, no Explicador da Rádio Observador esta manhã, um programa em que escutámos também a posição do Bloco de Esquerda e do Chega, pela voz do deputado Marcos Santos, do Chega, e a eurodeputada do Bloco de Esquerda, Catarina Martins. Esse Explicador especial desta manhã já está disponível em podcast e em observador.pt.

E Miguel, o Nobel da Medicina foi atribuído este ano a um cientista norte-americano e a dois cientistas alemães pelas descobertas que estão na base da optogenética.

É uma técnica que permite controlar células nervosas através da luz. Em causa descobertas relacionadas a canais iónicos controlados por luz e optogenética, o investigador da Universidade Nova de Lisboa, Ricardo Henrique, falou à Rádio Observador sobre este prêmio e sobre esta descoberta, que aqui foi premiada. Explica que esta descoberta vem mudar a forma como os cientistas estudam o cérebro.

Com esta descoberta da Channelrhodopsin e a sua aplicação na neurociências, o que acontece é que conseguimos controlar agora um canal iónico em neurónios utilizando luz. Isso significa que conseguimos estimular o cérebro através da luz, em vez de utilizar estas agulhas. Ou seja, existe uma maneira menos disruptiva de começarmos a compreender de que maneira é que um cérebro funciona.

A técnica permite identificar os neurónios envolvidos em comportamentos específicos, como o medo, e pode abrir caminho ao estudo de doenças como a depressão e a ansiedade.

Aquilo que começamos depois a ver ao longo dos próximos anos é a sua tradução para a clínica e a maneira como podemos então criar novos tipos de medicamentos que possam ajudar a lidar com doenças. Ao mesmo tempo, conseguimos perceber que patologias é que podem ser moduladas ou de algum modo mitigar comportamentos ou doenças que não queremos, como por exemplo, a depressão, a ansiedade.

Opinião deixada esta manhã na Rádio Observador por Ricardo Henriques, investigador da Universidade Nova de Lisboa. As descobertas que deram origem a esta técnica começaram há vários anos e permitem estudar de forma mais precisa como as células nervosas influenciam a memória, as emoções e o comportamento.

Fica por aqui o Jornal da Uma, que teve a edição do Miguel Cordeiro.

View the original on Observador Desporto →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.