וואלהצעיר כבן 20 נפל מגובה של כארבע קומות בבני ברק ונהרגInquirerP75-M donation to Marcoleta poll-related, 3 co-accused said – witnessPunchNinth woman found dead in South Africa killing spreeThe Jerusalem PostHow to move an ancient mikvah? Inside the IAA's operation to conserve a Second Temple ritual bathInquirer EntertainmentShanaia Gomez recalls male celeb making a move on her at 14Khaosod EnglishIsraeli ambassador meets Chiang Mai deputy governor for talksColliderRussell Crowe’s 93% Rotten Tomatoes Masterpiece Finally Releases This WeekSouth China Morning PostPresident Xi’s industrial power play sees China bet big on AI, chips and smarter factoriesسكاي نيوز عربيةصندوق حي دبي للمستقبل يعلن التزامه بالاستثمار في "نوردستار"RapplerTeam Japan forced to look at alternate accommodation options at home Asian GamesMalay MailJDT winger Hidalgo cleared to bolster Harimau MalayaRFI 中文欧盟寻求限制进口中国混合动力汽车 以避免引发贸易争端
The Daily Newsstand · Free, Always
Thursday, September 17, 2026

Educação na era da IA: a franquia Kumon

Translate

O relatório PISA 2025 da OCDE, divulgado na semana passada, confirma a dimensão do problema em Portugal: os alunos de 15 anos recuaram a níveis de há quase 20 anos em matemática e leitura, e apenas entre 3% e 6% atinge o nível de excelência em cada disciplina. E isto acontece precisamente quando quase metade dos jovens portugueses já utiliza ferramentas de inteligência artificial para estudar: Portugal supera até a média da OCDE na resolução de problemas em ambientes digitais, mas esse domínio da ferramenta não se traduz em melhores competências de base. Se a tecnologia consegue resolver cada vez mais tarefas sozinha, o que precisam as crianças de aprender que uma máquina não consiga fazer por elas? E, para quem estiver a colocar a mesma pergunta do outro lado, onde está a oportunidade de negócio em responder a essa questão?

A resposta que começa a consolidar-se entre especialistas converge num ponto: será determinante desenvolver a capacidade de pensar de forma autónoma na era da inteligência artificial, treinando a metacognição e a melhoria do pensamento crítico. A criatividade, a resiliência e a literacia tecnológica perfilam-se como as competências que vão marcar a diferença nas próximas décadas, acima da memorização ou da repetição e, com elas, abre-se um nicho de negócio educativo que cresce ao mesmo ritmo que a própria IA.

O papel do educador transforma-se

Esta mudança de paradigma redefine também a função de quem ensina. O desafio já não é apenas transmitir conteúdos, mas acompanhar cada criança a tornar-se um aluno autónomo, capaz de enfrentar informação e problemas novos sem depender de que alguém ou algo lhe dê a resposta. É exatamente o terreno em que o Kumon trabalha desde 1958: um método que não ensina uma disciplina de forma linear, mas que treina a capacidade de aprender, folha a folha, ao ritmo de cada aluno.

Uma oportunidade de negócio com acompanhamento desde o primeiro dia

Com presença em mais de 60 países, o Kumon baseia a sua metodologia no trabalho individualizado e na superação progressiva: cada criança avança apenas quando domina o nível anterior, o que reforça a confiança, a perseverança e a autoestima, além do desempenho académico. São precisamente as competências que hoje se identificam como as mais valiosas para um futuro marcado pela inteligência artificial.

Para quem procura um projeto profissional próprio com propósito, abrir um centro Kumon é uma via concreta para empreender num setor em expansão, sem necessidade de vir do mundo da educação: a marca oferece formação inicial, acompanhamento contínuo através de um coordenador e apoio na escolha do espaço e no arranque do centro. Quem quiser conhecer os requisitos e o processo para se tornar franchisado pode inscrever-se numa sessão informativa online sem compromisso.

A visão dentro dos centros Kumon

Quem lidera os centros Kumon em Portugal vive este debate em primeira mão, todos os dias, na forma como as crianças enfrentam um exercício novo.

Cátia Abreu Costa, diretora do centro Kumon Vila Nova de Gaia, vê isso acontecer todos os dias no seu centro: “Alunos que, no início, perante algo novo, dizem logo ‘não sei fazer’ e procuram ajuda e que, com o tempo, começam a confiar mais na sua própria capacidade e a tentar sozinhos“.

Filipa Vaz Sena, diretora dos centros Kumon Lisboa – Miraflores e Oeiras, mostra o outro lado da moeda – o negócio por trás do método: “Sou diretora de dois centros: o Kumon Lisboa – Miraflores, o primeiro centro Kumon a surgir na capital, há quase três anos, e o Kumon Oeiras, que abriu recentemente. Quero ajudá-los a compreender que o sucesso não surge de forma imediata: constrói-se com treino, esforço, consistência e coragem para não desistir“.

Maria Inês Cardoso de Jesus, diretora do centro Kumon Parede, encerra com a ideia que liga diretamente ao título deste artigo: “Não sabemos exatamente quais serão os desafios que estes alunos vão encontrar daqui a 10 ou 20 anos, mas podemos ajudá-los a desenvolver algo que será sempre necessário: a capacidade de aprender por si próprios.”

Kumon, a mudança que transforma o seu futuro

Num contexto em que a inteligência artificial obriga a repensar o que deve aprender a próxima geração, o Kumon defende que a resposta está em construir as capacidades humanas que nenhuma máquina pode substituir. O Kumon é a mudança que impulsiona o futuro de cada criança, mas é também a mudança da vida profissional para quem decide abrir o seu próprio centro. Mais informações sobre como empreender com o Kumon em www.kumonfranchising.com/pt

View the original on Observador Desporto

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.