Judo/Mundiais. Miguel Gago já esqueceu Budapeste e quer melhorar em Baku
“Sinto-me bem, sinto-me mais crescido, mais maduro desde o ano passado. No ano passado sinto que fiquei um pouco aquém das minhas expectativas, dos meus treinadores e das minhas capacidades, principalmente por erros que cometi, que este ano já não estou a cometer”, disse à agência Lusa o judoca.
Gago, que entra em competição na segunda-feira nos segundos Mundiais da sua carreira, teve uma saída ‘precoce’ na edição de 2025, na capital húngara, em que perdeu logo no combate de estreia, já no período de prolongamento.
É com alguma prudência que o judoca encara os campeonatos em Baku, garantindo que está “confiante”, mas que prefere pensar combate a combate e que mesmo o sorteio traz muitas variantes e adversários inesperados.
“Eu costumo pensar sempre combate a combate. Gosto sempre de me focar nas primeiras tarefas que tenho, que vão ser o primeiro combate e depois o que acontecer, acontece”, acrescentou o judoca.
Apesar do pragmatismo do judoca, 43.º do ranking mundial e 30.º entre os 50 inscritos na sua categoria, não deixa de existir a ambição de "alcançar uns quartos de final ou meias-finais", sem promessas e a olhar sempre para cada combate.
O judoca da Académica de Coimbra, de 22 anos, chega aos Mundiais de Baku depois de um bom resultado no Grand Prix de Lima, onde conquistou em agosto a medalha de bronze, mas duas semanas depois, no Grand Slam de Lausana, perdeu no primeiro combate.
Portugal compete até 10 de outubro nos Mundiais de judo em Baku, com uma seleção composta por Catarina Costa (-48 kg) e Bernardo Tralhão (-60 kg), que terminaram hoje em nono lugar, Miguel Gago (-66 kg), Otari Kvantidze (-73 kg), Joana Crisóstomo (-63 kg), Taís Pina (-70 kg), Patrícia Sampaio (-78 kg), Rochele Nunes (+78 kg) e Jorge Fonseca (-100 kg).
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