Lula sai favorecido nas redes sociais após cancelamento de debate, mostra AP Exata
Poucas horas antes do início previsto para o debate, a ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), proibiu a emissora de exibir o púlpito vazio de Lula durante o programa.
Na sequência, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a um pedido do Solidariedade para que o candidato Renan Santos (Missão) tivesse direito de participar do debate.
Após as duas decisões, Flávio postou em sua rede social um aviso de que não iria mais ao programa, alegando "censura imposta ao evento pelo TSE".
Denicoli avalia que a acusação de censura mobilizou aliados, "mas passou a disputar espaço com a narrativa de que o senador havia recuado para não enfrentar Renan Santos. Essa interpretação foi promovida por Renan e também pela esquerda", diz Denicoli.
Lives e entrevistas mobilizam aliados e levantam críticas
Depois de desistir do debate, Flávio optou por abrir uma live com aliados, mas a AP Exata indica que ela não ajudou na recuperação de indicadores. A confiança nos posts que mencionam o senador caiu de 14,43% para 14,07%, enquanto o medo a respeito deles subiu ligeiramente, de 17,92% para 18,19%. A confiança nos posts de Lula também caiu, de 16,31% para 16,23%. O medo, por outro lado, diminuiu de 16,19% para 15,89%.
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