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Wednesday, September 23, 2026

Novo triplica candidatos, abre os cofres e projeta gastar mais de R$ 70 milhões na eleição

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Essa será a primeira eleição geral na qual o Novo utilizará recursos públicos. A não utilização da verba era uma bandeira do partido. A proibição foi revertida em 2023, com os votos favoráveis de 85% dos filiados da sigla.

À época, o Novo argumentou que, se devolvido, o dinheiro do Fundo Partidário seria distribuído para outros partidos e que a mudança era necessária para o partido crescer em meio à proibição de doações empresariais e limitação das doações individuais.

Utilizando apenas recursos privados, o Novo gastou R$ 38 milhões em 2018, valor que subiu para R$ 63 milhões em 2022. Agora, o orçamento parte de R$ 70 milhões, considerando apenas os dois fundos públicos, e será complementado pelas doações que a legenda captar ao longo da campanha eleitoral.

"Nós acumulamos um valor relativamente alto de Fundo Partidário e a gente vai usar quase todo esse recurso juntamente com o Fundo Eleitoral, de R$ 37 milhões", afirmou Ribeiro. "Isso nos coloca em um patamar de largada muito mais forte", acrescentou ele

Até o momento, a direção nacional já transferiu R$ 58 milhões para os candidatos da sigla em todo o País, entre recursos públicos e privados.

A campanha presidencial de Romeu Zema (Novo) recebeu R$ 4,1 milhões. Candidatos ao Senado, Ricardo Salles (Novo-SP) e Deltan Dallagnol (Novo-PR) receberam R$ 2,8 milhões e R$ 1,9 milhão, respectivamente.

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