Flávio Bolsonaro e Lula vão a 2º turno com menor diferença da história
Lula, por sua vez, terá de buscar outras formas de se aproximar desse eleitorado, ainda que os candidatos derrotados no primeiro turno sejam mais próximos do bolsonarismo do que do PT. O presidente também conta com a máquina pública na mão a seu favor nesta reta final.
As apostas de Flávio
O senador apostará num menu composto pela ênfase em pautas populares, acenos aos eleitores da terceira via e busca de reforço político, tanto de aliados nos Estados como de adversários que ficaram pelo caminho na disputa presidencial.
Flávio chegou ao 1° turno sem coligações ou apoios formais de outros partidos. O "Zero Um" espera contar, pelo menos, com o apoio de Caiado, Cury e Zema, inclusive em seus palanques. Renan Santos já anunciou, há três semanas, que não deve endossá-lo.
O senador também deve procurar PP, União Brasil e Republicanos para negociar um apoio. As três siglas optaram pela neutralidade no 1° turno, mas avaliarão um possível endosso nos próximos dias.
De acordo com articuladores, Flávio Bolsonaro deve manter a estratégia adotada até aqui de explorar a corrupção não pelo Mensalão ou pelo Petrolão, mas por uma figura mais familiar: Lulinha, filho do presidente Lula que é apontado pela Polícia Federal como um dos operadores das fraudes em aposentadorias e pensões.
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