Jornalista e candidata às eleições regionais no Peru é assassinada a tiros

Uma gravação atribuída ao veículo peruano Rima Rima Noticias registra uma fala de Aponte aos eleitores antes dos disparos. "Nesta disputa eleitoral, sou a única mulher que vai à região de Áncash. Vamos transformar, porque as mulheres podem", disse a candidata.
A Segunda Promotoria Penal Provincial Corporativa de Huaylas assumiu a investigação e alterou a classificação inicial de feminicídio para possível homicídio por encomenda. A promotoria informou inicialmente a prisão em flagrante de Luis Iván Obispo Díaz, venezuelano, e Ronald José Toro Artila, peruano.
Investigação tem três detidos
O procurador-geral Tomás Gálvez afirmou que há três detidos no caso. "Já foram detidos o suposto executor, um suposto financiador e outra pessoa que teria transportado previamente o suposto executor", declarou à rádio RPP.
Gálvez disse que as autoridades ainda esclarecem as circunstâncias do assassinato. A promotoria conduz depoimentos de vítimas feridas, pede imagens de câmeras de segurança e realiza exames periciais.
Investigadores também solicitaram imagens do hotel onde um dos suspeitos teria ficado em 15 de setembro. O órgão prevê exame de absorção atômica, usado para identificar resíduos de disparo, e a necropsia no corpo de Aponte.
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