Trump volta a defender Putin e reitera que Zelensky 'não quer acordo' para fim da guerra na Ucrânia
Mais cedo, ao defender que os ucranianos "tenham um novo líder capaz de chegar a um acordo", Trump voltou a condenar os ataques de Kiev a refinarias russas, que segundo ele "apenas agravam o problema global" de escassez de diesel.
"É melhor ele parar", alertou o americano. A advertência ocorre um dia após o anúncio de um acordo controverso entre Moscou e Washington para a compra em massa de diesel russo.
Acordo de diesel entre EUA e Rússia
O acordo é visto como uma forma de aliviar parcialmente a disparada dos preços dos combustíveis nos Estados Unidos, iniciada em fevereiro com o início da guerra liderada Donald Trump e Israel contra o Irã. O diálogo com a Rússia, apesar das sanções ocidentais em vigor contra Moscou, acontece a menos de um mês de eleições legislativas cruciais para o restante do mandato do bilionário americano.
Kirill Dmitriev, o principal negociador econômico de Vladimir Putin, classificou como "históricas" as declarações de Donald Trump sobre o abandono de seu apoio ao presidente ucraniano. Por outro lado, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andriy Sybiga, afirmou que Volodymyr Zelensky "conta com o apoio do povo ucraniano" e "merece ser apoiado".
O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, manifestou, por sua vez, sua "total solidariedade" ao presidente ucraniano durante uma conversa telefônica entre os dois líderes.
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