ESPNAlvarez dominates Mbilli to reclaim WBC super middleweight titleESPN DeportesCanelo provoca memes a favor y en contraPunchUS still has ‘one or two targets’ in Iran — TrumpThe Jerusalem PostIsrael needs a bold, fresh approach and unity government in wake of election stalemate - editorial한겨레계란 한해 6억개 쓰는 CJ그룹… 국제동물단체 “케이지 사육 중단하라”InquirerBohol gov raises reward to P150,000 for information to solve Panglao woman’s killingZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioCNN TürkBağcılar'da panik! İnşaat çevresindeki 4 binaya acil tahliyeWirtualna PolskaNadzwyczajne posiedzenie komisji PE? Chce rozmawiać o TuskuLenta.ruБеззащитных щенков расстреляли в российском регионеRTL BoulevardCode geel, oranje of rood? Weerwaarschuwing per provincie gaan verdwijnen경향신문주민 99명 중 14명이 암으로 숨진 장점마을···환경복원은 끝났지만 남은 주민의 상처
The Daily Newsstand · Free, Always
Sunday, November 1, 2026

Polícia de SP investiga venda de dados de mortos a funerárias

Translate

A Corregedoria-Geral da Polícia Civil, a prefeitura de São Paulo e a Controladoria-Geral do município investigam uma suposta organização criminosa que obtinha irregularmente os registros de óbitos na capital paulista e repassava para empresas do setor funerário.  

A segunda fase da Operação Luctus foi deflagrada nesta quinta-feira (29) para apurar mais informações. O grupo é investigado por crimes contra a administração pública, corrupção, acesso indevido a informações sigilosas, lavagem de capitais e outros delitos correlatos. 

“A investigação teve origem a pedido da prefeitura. A operação cumpriu mandados de busca e apreensão em 21 alvos, entre eles um policial civil, um funcionário da prefeitura e empresários do setor. Integrantes da Corregedoria do Município acompanharam as diligências”, informou a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP). 

Segundo a SSP-SP, a segunda fase da operação, pretende, além da responsabilização penal dos envolvidos, identificar vulnerabilidades no sistema e formas para aperfeiçoar os mecanismos de controle interno, governança e integridade. 

Uma das empresas envolvidas é a concessionária Velar SP, um dos quatro grupos que administram os 22 cemitérios da capital paulista. A Velar é responsável por seis deles, como Vila Alpina, Itaquera e Freguesia do Ó. 

Em nota, a Velar afirmou que tomou conhecimento da Operação Luctus pela imprensa e até o momento não teve acesso aos autos nem à decisão judicial que fundamentou as diligências e que está à disposição das autoridades para contribuir com o pleno esclarecimento dos fatos. 

“A Velar reafirma seu compromisso com a lisura de sua atuação e com o respeito às famílias atendidas, repudia quaisquer práticas ilícitas e esclarece que já havia se colocado à disposição das autoridades para colaborar no esclarecimento dos fatos e de eventuais ilicitudes praticadas por quem quer que seja”, diz a nota.  

View the original on Agência Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.